terça-feira, 18 de junho de 2013
(...) “Sem rancor, sem tristeza, sem apego, sem melancolia, sem saudade. Sem nenhum sentimento especial a não ser a certeza de que, afinal, o tempo passou. A ordem é desocupar lugares. Filtrar emoções . Eu preciso desatar o nó. Eu preciso sentir menos, Confesso: eu não consigo. Nada em mim para, nada em mim é morno, nada é pouco, não existe sinal vermelho no meu caminho que se abre e me chama. E eu vou .. Com o coração na mochila, o lápis borrado, o sorriso e a dúvida, a coragem e o medo, mas vou .. Não digo: “estou indo”, não digo: “daqui a pouco”, nada tem hora a não ser agora. Existe aí algum remedinho para não-sentir? Existe alguma terapia, acupuntura, pedras, cores e aromas para me calar a alma e deixar mudo o pensamento? Quer saber? Existe. Existe e eu preciso.
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